Como os girassois no verão, somo chamados a nos expor,nos mostrar, assumir que seguimos algo que é muito maior que nós, algo que nos aquece, nos impulsiona, nos faz ser maior.
Como as árvores no outono somos chamados a nos perder, sem medidas, sem atalhos,perder de nossas seguranças aquilo que teima em nos impedir. Somos podados para ser melhor.
Como os animais no inverno somos chamados a nos abrigar,depender,ansiar o alimento.Reconhecer que nada somos,nada temos e nada podemos dar. Encontrar-se no pouco é dimunuir-se para no nada, se encontrar o Tudo.


