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Como os girassois no verão, somo chamados a nos expor,nos mostrar, assumir que seguimos algo que é muito maior que nós, algo que nos aquece, nos impulsiona, nos faz ser maior.
Como as árvores no outono somos chamados a nos perder, sem medidas, sem atalhos,perder de nossas seguranças aquilo que teima em nos impedir. Somos podados para ser melhor.
 Como os animais no inverno somos chamados a nos abrigar,depender,ansiar o alimento.Reconhecer que nada somos,nada temos e nada podemos dar. Encontrar-se no pouco é dimunuir-se para no nada, se encontrar o Tudo.

 E como os pássaros voamos na eterna primavera que não findará, que não perecerá. Cantaremos os mais belos cantos, pela melodia que brota dos nossos corações, do fundo da gratidão daquele que é amado e transbordantes dessa gratidão subiremos ao céu, e por graça viveremos ele na terra pois já não nos é inalcançável,a própria estrela da manhã fez sua tenda em meio a nós, a morte foi derrotada, o preço foi pago, o Rei foi vitorioso e Ressuscitou.

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